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Brasília, 28.01.2013 – Turismo, territórios identitários e conflitos interétnicos em debate. O evento visa estabelecer um espaço de reflexão e debate vivencial e teórico entre pesquisadores de distintas áreas de conhecimento, liderançasindígenas e técnicos do governo e de organizações não governamentais que discutem o turismo em Terras Indígenas, as situações fundiárias envolvidase os conflitos e/ou parcerias geradas decorrente da atividade turística.

O panorama a propósito das pesquisas no âmbito da Geografia Humana referentes aos territórios indígenas, consequentemente a respeito do turismoem terras indígenas ascendem noLaboratório de Estudos e Pesquisas das Dinâmicas Territoriais (Laboter), do Instituto de Estudos Socioambientais(IESA), da Universidade Federal de Goiás (UFG).  Portanto, este tema central do 1º CTurTI termina por agregar pesquisas das Universidades Públicas doBrasil (UFG, UFC, UFS, UFPB, UFRJ, USP, UFMG, UFGD, UFPR, UFT e UnB) e também da América Latina. Em alguns desses estudos das Instituições deEnsino Superior (IES), aqui reveladas, acontece à parceria da academia, de órgão do governo federal, de entidade do terceiro setor e/ou empresa privada.Na totalidade das pesquisas levantadas, consolida-se uma rede (ainda informal) de pesquisadores da Geografia e da Antropologia, alguns já favoráveisao fortalecimento de intercâmbios de acadêmicos no âmbito do Turismo em Terras Indígenas, como os envolvidos na organização do 1° CTurTI,pesquisadores/as com estudos diretos ou indiretos no tema do Colóquio em questão. Além das IES mencionadas o 1° CTurTI deseja ser inovador porinserir no debate algumas lideranças indígenas convidadas, técnicos de ONGs e/ou técnicos de órgãos governamentais envolvidos com programasdirigidos aos povos indígenas, especialmente nas discussões sobre a questão fundiária e o reconhecimento oficial das Terras Indígenas por meio doDecreto 1.775/8/1/1996 o qual dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das Terras Indígenas no Brasil. No debate vivencial e teóricoproposto faz-se necessário discutir questões da política indigenista do Brasil para além da Constituição da República Federativa do Brasil promulgadaem 1988, ou seja, tratar a legislação do país referente aos povos indígenas ajustando-a aos tratados internacionais.A partir do amplo contextomencionado, propõe-se a construção de um debate a respeito do turismo, territórios identitários e conflitos interétnicos com evidência às situações dasTerras Indígenas de povos que assumem o turismo comunitário e/ou repudiamo turismo maciço também chamado (economicista, global ouempresarial). 

Fonte: http://eventos.ufg.br

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