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Coordenadora de gastronomia do CET/UnB, Janine Collaço, fala sobre a massa. 

 O famoso prato merece uma data especial, pois atravessa os séculos e está presente em relatos que datam de 2.500 anos antes de Cristo. Há relatos históricos que mostram que, em 1295, o macarrão embarcou com o mercador veneziano Marco Pólo, que deixava a China rumo à sua terra natal. E foram os italianos que se incumbiram de difundir o alimento por todo o planeta.
 A data foi criada em 1995, durante o I Congresso Mundial da Pasta, que reuniu os principais fabricantes de massa do mundo, em Roma, na Itália. Ela passou a ser comemorada no Brasil a partir de 1998 com a promoção de eventos pela Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima) e por diversos restaurantes. O Brasil ocupa o terceiro lugar em consumo, com 1,3 milhão de toneladas por ano, atrás dos Estados Unidos, em segundo e, claro, da Itália, em primeiro.

Prato democrático, a pasta freqüenta mesas de todas as classes sociais de diversos lugares do mundo e de variadas formas.

“É interessante porque o macarrão é mais consumido do que hambúrguer e coca-cola. E ninguém fala que ele é um produto do imperialismo italiano. O macarrão caiu no gosto, é muito prático, há vários modos de preparo. Ele não cansa, pois existem os recheados, as massas secas, frescas, e, ainda, as instantâneas. O macarrão possibilita uma série de combinações. É prático tanto para quem cozinha quanto para quem come fora, porque é um prato seguro. É hoje uma comida praticamente global”, explica a coordenadora de gastronomia do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET/UnB), Janine Collaço.

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